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Enxaguante bucal: tudo que você precisa saber

Usar enxaguante bucal deve ser uma prática complementar à higienização da boca, aquela feita com a escova e o fio dental.

Somente a escovação e o uso de fio dental conseguem combater as placas bacterianas, limpam os dentes e a gengiva dos restos de alimentos. Se aliado a uma boa escovação, nos casos específicos, o enxaguante pode sim ser útil. Os bochechos têm importância, mas tem mais eficiência para aqueles que sofrem com doenças periodontais, entre elas cáries, dentes sensíveis e halitose de origem bucal. Para as demais pessoas, a atuação do produto é quase nula, independente da quantidade de vezes em que ele é usado diariamente.

Apesar de serem vendidos livremente, sem a necessidade de prescrição, a utilização desses produtos deve, sim, ser feita com base na recomendação do dentista. Vamos esclarecer por aqui as principais dúvidas que rondam o uso dos enxaguantes:

Eles não substituem a escova, a pasta, o fio dental e os higienizadores de língua, eles possuem ações germicida e bactericida, mas não removem os restos de alimentos entre os dentes; São recomendados a partir dos 6 anos de idade, fase em que a criança já aprende a bochechar sem engolir a solução; Devem ser indicados pelo dentista em fase de pós-operatório; O especialista é que deve recomendar a rotina do uso do enxaguante bucal, quantidade de vezes e ml a serem bochechados. Vale lembrar que o uso do enxaguante deve ser a última etapa de uma higienização bucal completa, antes de fazer os bochechos, você deve utilizar o fio dental e realizar a escovação adequada e após o seu uso evite lavar a boca por isso prefira utilizar o enxaguante à noite.

Não há nada melhor que a segurança de um sorriso bem cuidado, para refletir o verdadeiro bem-estar de zelar por nossa higiene bucal.

 

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